
Temos que unir todos os ensinamentos. Segundo Sigmund Freud, os sonhos são tudo aquilo que você teme ou que você deseja.
Segundo o Livro dos Espíritos codificado por Allan Kardec, os sonhos são as lembranças do que nosso espírito andou passeando enquanto dormíamos. Ele diz que esses passeios podem ser no presente, lembranças do passado ou premunição do futuro. Diz que enquanto nosso corpo descansa, nosso espírito aproveita pra dar um rolé. E aí ou vamos passear e nos encontrar com outras almas ou vamos investigar nossa vida: ver o que já fizemos no passado ou o que vamos fazer no futuro. E diz ainda que não lembramos completamente dos sonhos porque o corpo humano é uma matéria muito densa e não consegue captar completamente o que nosso espírito viveu enquanto estávamos em vigília. E por isso será impossível lembrarmos de tudo que passamos durante o sono.
E tem também aqueles livros que falam que cada objeto, animal, etc tem um significado. Dizem que sonhar com cobra é falsidade. E sonhar com morte é sorte. Ect, etc…
Uma terapeuta que eu tive, disse que eu deveria prestar atenção ao que eu sentia quando acordava. A sensação que eu tinha ao lembrar daquilo que sonhei. E partindo desse princípio, dividi os sonhos em categorias:
Medos; desejos; passado; presente e futuro. E lembrando que nosso corpo é uma matéria densa e não vamos conseguir lembrar de tudo, então não vamos poder analisar tudo. Teremos que nos contentar com o que a gente lembra e utilizar essa lembrança pra fazer a análise. Uma dica é escrever os sonhos sempre que acordar, pq com o tempo eles vão ficando mais claros até não precisarmos mais anotar. E antes de tudo, analisar com cautela nossos sentimentos. O que você sentiu quando acordou? Medo? Esperança? Sensação de já ter acontecido aquilo? Sensação que aquilo vai acontecer? Essa é a maior prova que devemos acreditar na nossa intuição. É nessa hora que vamos ter que confiar nela. É a principal ferramenta pra analisar o sonho.
Outra coisa que eu percebi com o tempo, depois de muitos sonhos analisados e depois concretizados, foram as aparências nos sonhos. Quando o sonho é mais por medo ou desejo de algo, a impressão que eu tenho é que eu vejo as imagens de longe. Vejo as pessoas pequenas. Como se estivesse vendo de cima. Agora quando é sonho de premunição, vejo e sinto como se estivesse vivendo aquilo mesmo. E acordo muitas vezes sem saber se sonhei ou se foi realidade. E as cores são mais fortes também. Já lembranças do passado, aparecem pessoas que eu nunca vi antes, mas no sonho parecia ter muita intimidade. Ou, pessoas que eu conheço, mas com outra aparência. Lembrando que esse passado ao qual Allan kardec se refere, é do passado de encarnações. Já os do presente, é como se eu tivesse acabado de viver aquilo. Quando sonho que encontrei alguém que não vejo há tempo por exemplo e acordo com aquela sensação de como estivesse acabado de chegar daquele lugar. Mas todas essas conclusões que cheguei, foram analisando os MEUS sonhos. Então não existe um estudo pra comprovar tudo que eu falei. Existe sim, cada estudo separadamente. Então, acho que o mais fácil é cada um ir analisando seus sonhos e esperando as coisas reais acontecerem e com o tempo cada um vai saber identificar que tipo de sonho teve. E à medida que você for analisando e lembrando, eles vão ficando mais claros até você já saber identificar na hora que acorda. Vale olhar no Dr. Google se aparecer algum objeto, animal também.
Outro dia eu sonhei que estava com duas amigas e as duas nem se conheciam (de verdade). E a gente mexia num rato que parecia estar morto. Mas quando eu futucava o rato, ele saia correndo. Aí juntei as coisas: o que eu senti no sonho? Senti um pouco de raiva. Não sabia explicar o porquê. Mas senti raiva. E medo também…uma mistura de sensações ruins. Aí no Dr. Google, vi que sonhar com rato era coisa ruim. Mas oq as duas tinham a ver com isso? Aí não deu muito tempo e me decepcionei com as duas. Foi um aviso. Antes de eu começar a namorar, eu sonhava direto que tava beijando meu namorado. Mas não beijando normal. Por que isso a gente já fazia! Heheheh mas como se estivesse namorando mesmo…tipo, ele já chegava me beijando. Coisas de namorados e não de ficantes como éramos. E aí agora..olha a gente junto aí. Rs. Na época eu até achei que era desejo. Apesar de sentir uma sensação muito forte. Na minha humildade, achei que era desejo. Mas era premunição. Aconteceram coisas idênticas aos sonhos.
Eu poderia passar horas aqui contando sonhos pra vocês entenderem. Mas essas coisas a gente só entende quando sentimos na pele mesmo. E isso é a maior prova que nossa intuição, nossos sentimentos são muito mais relevantes que as convicções humanas e sociais. Àquilo que já falei antes e não canso de repetir: “Não somos seres humanos passando por uma experiência espiritual. Somos seres espirituais passando por uma experiência humana.”
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Boo!

















